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ITAMARATY APURA DENÚNCIAS DE ASSÉDIO MORAL

ITAMARATY APURA DENÚNCIAS DE ASSÉDIO MORAL

Estão cada vez mais recorrentes denúncias de prática de assédio moral no Itamaraty. O último caso envolve o Cônsul-Geral do Brasil na cidade de Sydney, na Austrália, Américo Dyotti Fontenelle, e seu adjunto, Cezar Cidade. A denúncia foi feita por um funcionário terceirizado do consulado, Luís Henrique Aroeira Neves, que a encaminhou ao Ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, e ao Corregedor do Ministério das Relações Exteriores, Denis Fontes. Luís Henrique acusa Fontenelle e Cidade de ofender e humilhar habitualmente os funcionários do consulado. Por enquanto, Patriota enviou um embaixador até Sydney, em missão investigatória para apurar as denúncias. Caso a missão investigatória entenda haver indícios da prática de assédio moral, a Corregedoria deverá abrir uma Sindicância para apurar o caso com mais profundidade, podendo resultar, inclusive, na expulsão dos envolvidos do quadro do Itamaraty. A Imprensa brasileira noticiou que Fontenelle já foi submetido à investigação similar, também sob a acusação da prática de assédio moral, quando exercia a função de Cônsul-Geral do Brasil em Toronto, no Canadá; porém, naquela época, nada foi provado a respeito. O Sindicato dos Servidores do Itamaraty tem divulgado alguns outros casos de assédio moral, tal como ocorrido nas representações diplomáticas de Abuja (Nigéria) e Belgrado (Sérvia).

Entendo que a divulgação de casos de assédio moral e a devida apuração são instrumentos idôneos a combater esse mal que assola o mundo laboral. Realmente, numa organização dedica às Relações Exteriores deveria imperar a camaradagem, as boas relações internas e o tratamento digno. No entanto, advertimos que essas denúncias devem ser apuradas com todo rigor e transparência, para que, em caso de confirmação, sejam adotadas as medidas administrativas, disciplinares, penas e civis cabíveis, desestimulando essa prática odiosa. Porém, não se pode, neste momento, simplesmente condenar antecipadamente os envolvidos. Devemos sempre lembrar que a Parlamento Europeu já advertia em 2001 que a prática das falsas acusações de assédio moral despontavam como um instrumento poderoso da prática do próprio assédio moral. Assim, uma investigação transparente e rigorosa certamente identificará a verdade dos fatos e direcionará as medidas que devam ser aplicadas. 


Fonte: www.gazetadopovo.com.br, www.claudiohumberto.com.br, www.sinditamaraty.org.br